Só um olá rápido
14 Aug
… para vcs saberem que estou viva. Muita coisa acontecendo, muito do que eu não esperava.. A gente quer andar na montanha russa e só pensa na emoção, na adrenalina, mas esquece que ela sobe mostrando coisas lindas, paisagens nunca vistas, acelerando seu coração. Porém ela também desce e desce forte. E quando isso acontece parece que entrei no trem fantasma.
Adaptar-se nunca foi fácil nem simples, agora tudo que ouvi e li dos amigos e das pessoas que acompanho nos blogs, começa a fazer sentido para mim. Não escreverei ainda sobre minhas impressões sobre o país, quando eu me sentir melhor e tiver os sentimentos e emoções mais controlados, prometo que volto aqui.
Um beijo







Viva um dia de cada vez… aproveite o momento p crescer… seja feliz menina….
Deus a abençoe.
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Daniela Pedrinha Reply:
August 14th, 2010 at 9:43 pm
@Suh,
Juro que estou tentando..
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Vai passar.
É muita informação ao mesmo tempo.
A gente fica observando como os outros se comportam, tentando entender o mundo deles, ainda temos de dar conta de conhecer nomes de ruas, supermercados, onde fica isso, onde fica aquilo, se acostumar com a paisagem, lembrar que viramos analfabetas de novo, usar outros artifícios de comunicação além do que conhecíamos, decifrar rótulos de embalagens, se acostumar à nova casa, aprender onde guardar nossas roupas, onde estão os talheres, cuidar de filho, se acertar com marido, conhecer e aceitar os filhos dele, acreditar que tudo isso vale a pena, tentar manter a sanidade e esperar melhorar. Ufa!
Mas, posso dizer que passa, viu? Principalmente, se o amor continua e ele te apóia.
Fica bem!
Bjs!
Eve´s last [type] ..Como é ter uma Putzfrau na Alemanha
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Daniela Pedrinha Reply:
August 15th, 2010 at 11:39 am
@Eve,
Verdade Eve, vc disse exatamente o que eu passo, me sinto assim mesmo.. anafalbeta. Não conheço mta coisa, ainda sinto receio de arriscar e pagar mico, fazer algo errado e ser criticada. Críticas nesse momento tem sido bem difícil de administrar e mais um monte de coisas. Tem horas que é muito difícil.
Pena que não consigo fazer ele enxergar através dos meus olhos tudo isso que vejo, entender tudo que sinto.. O que é fácil para um, não significa que também é para o outro, anyway. Obrigada pelo comentário. Beijo
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Oi, vim aqui pelo blog da Eve. Digo o mesmo que ela disse: vai passar. São fases. Abra os olhos e tire o melhor delas, porque mesmo as difíceis vão trazer a experiência que vai fazer toda diferença na hora de você avaliar e aproveitar as melhores fases da melhor forma.
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Daniela Pedrinha Reply:
August 16th, 2010 at 9:42 am
@Jane,
Oi Jane.. é vero, daqui a uns meses vou rir disso né? Por enquanto vou curtindo tudo, inclusive as crises. Eu não corro da tristeza nem das dores, sei que elas são úteis e necessárias para o nosso amadurecimento.
Novos post virão contando coisas melhores. Obrigada por passar aqui, um beijo.
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Ah, não é fácil mesmo, o começo é difícil e olha que eu já vim com o marido brasileiro junto, mas a adaptação ao novo lugar, costumes e principalmente à língua demora. Mas tenha calma, vc não vai ser pra sempre analfabeta aí, eu tb só fui aprender alemão quando cheguei aqui e mesmo agora 8 anos depois ainda estou aprendendo todo dia. Não fica agoniada de querer saber tudo de uma vez, vá aos poucos. O melhor é entrar logo num curso de norueguês pra vc começar a se enturmar. Boa sorte!
Marcela´s last [type] ..Doutorado suma cum laude Socila Paris
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Daniela Pedrinha Reply:
August 16th, 2010 at 9:40 am
@Marcela,
O engraçado Marcela é que ele tem mais pressa do que eu em me integrar as coisas aqui. Eu sei que não é mal intencionado, a pressão não é para me assustar, mas me ajudar a caminhar sozinha. De vez em quando preciso lembrá-lo que não funciono bem com muita pressão, ele relaxa, eu relaxo.. e assim seguimos.
Pq qdo olho pra ele e vejo tanto amor naqueles olhos, aquele sorriso que me derrete.. vejo que vale à pena cada dia aqui. Bjo
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Marcela Reply:
August 16th, 2010 at 1:49 pm
@Daniela Pedrinha, Daniela, meu marido veio 3 meses antes de mim, e quando eu cheguei ele também me jogou aos leões, num fim de semana me mostrou onde ficava tudo e na segunda e já fui me virar sozinha sem falar uma palavra de alemão. No começo eu me ressenti tb, achei maldade, mas hoje eu vejo que foi a melhor coisa e ele tinha razão. Senão a gente não aprende a ser independente novamente e eu vejo isso direto com brasileiras que estão aqui e até hoje dependem dos maridos pra marcar até consulta no médico. Ele está fazendo isso pro seu bem, acredite. E se preicisar estamos aí. Bjs
Marcela´s last [type] ..Doutorado suma cum laude Socila Paris
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Queridona, dê tempo ao tempo e a vc mesma! Te garanto que logo as coisas vão melhorar. Eu passei mais de um mês sem sair sozinha, e talvez mais de dois até ir no mercadinho da esquina sozinha pela primeira vez. O importante é manter sempre o foco, conversar muito com o seu querido, pedir apoio mesmo, pq às vezes eles não se dão muito conta das dificuldades que enfrentamos, e acima de tudo sentir-se orgulhosa de cada micro-passo que consiga dar sozinha. Nesse meio tempo, se precisar desabafar, tamos aqui (um pouco mais ao norte, mas aqui!). Via Facebook, telefone ou o que vc quiser!
Olhe pra trás e veja quanto pepinão você já conseguiu descascar… Daqui pra frente só fica mais fácil!
Um beijo
camila´s last [type] ..Nunca imaginei que um dia um vídeo clipe me traria às lágrimas
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Daniela Pedrinha Reply:
August 16th, 2010 at 9:37 am
@camila, Ahh bom saber que eu não sou a única que ficou com receio de sair sozinha na rua ;-) Até saio, mas ainda não me arrisquei a ir comprar nada sem ele, daqui a pouco farei isso sem perceber.
O pepino foi grande, a viagem foi cansativa e, mesmo assim, eu cheguei.. preciso me lembrar disso de vez em qdo, obrigada por me ajudar a pensar Camila. Um enorme beijo
PS. não tenho vc no meu FB. :shock:
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O início é sempre mais difícil de enfrentar. Lembro que eu ficava na roda de amigos do meu cunhado ouvindo eles conversarem em italiano e esperando que a qualquer momento alguém me dissesse em português que era tudo brincadeira. Mas fui eu que tive que me adaptar. O clima, a cultura, a comida e até mesmo a água era diferente – quase voltei pro Brasil por não conseguir matar a minha sede com as águas minerais daqui. Tinha que pingar umas gotas de limão. Pensei que enlouqueceria: voltar por não me acostumar com a água?! – e o estrangeiro era eu.
Paciência. Muita paciência. Até o fato de não se comunicar corretamanente pode nos parecer menos informados, mas eles estão acostumados com estrangeiros e aposto que eles terão mais paciência que você. Não tenha pressa e, se vale uma dica, quando estiver sozinha em casa, assista à tv, de preferência aos programas de auditório, e repita em voz alta o que eles falam. Não é entender que você precisa, mas FALAR a língua local. E dar tempo ao tempo.
Boa sorte! :)
Allan´s last [type] ..Ferragosto – o repouso de Augusto
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Daniela Pedrinha Reply:
August 16th, 2010 at 9:33 am
@Allan, Verdade Allan.. pelo menos a água eu não estranhei, só acho esquisito beber direto da torneira..haha! E a impaciência não é minha, é dele.. eu sei que ele quer que eu me adapte, mas eu vou no meu ritmo e assim fico mais segura. Um dia de cada vez :)
Qto a comunicação, o inglês e as mímicas salvam mto nessas horas.
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Acompanhando… rs
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