A saga do busão

A semana inteira que se passou, consegui chegar ao ponto do frescão que pego para voltar para casa e encontrá-lo parado e ainda vazio… sorte demais! Mas como sorte e alegria de pobre dura pouco.. ganhei uma “colega” de poltrona que resolveu terminar de resolver seus assuntos pessoais e estender o consultório dela para aquele momento.

Sim… a filha da pu** passou metade da viagem falando no Nextel DO MEU LADO! Aquele troço apitando e ela falando, falando… Gente, pelo amor de Deus…. já é chato ouvir a conversa dos outros no celular, imaginem no Nextel? Soube que o filho estava querendo dar uma enganada no pai, pq tinha esquecido o Nextel dele na casa de sei lá quem e não queria que o pai soubesse, estava solicitando a conivência da mãe.

Depois disso ela falou com o marido e deu uma consultinha “rápida”. “Ahh estou na condução indo embora, mas PODE FALAR…” Ahhhhhhhhh não!!!!!!!! E assim foi.. até que depois ela sossegou, mas eu continuo achando isso mto escroto.

Hoje a minha sorte da segunda-feira foi enfrentar uma fila enorme, por uns 30 minutos, com aquele calor horrendo que é peculiar no nosso lindo verão e….. ter santado ao meu lado um senhor que tinha o mesmo perfume do meu ex-namorado insuportável… O que me incomodou não foi ele sentar e apoiar os DOIS braços nos braços da poltrona INVADINDO meu espaço. A gente dá aquela mexida, ajeita o corpo de maneira a afastar-se do sujeito para ver se ele se manca. Alguns sim.. outros…

O que me incomodou mesmo foi que além de não se mancar,  peguei o safado olhando para mim enqto eu cochilava! Olhei para a cara dele e nem precisei falar nada (a minha cara era de dar medo), me cobri com o meu paletó do uniforme e nem assim ele parou de esbarrar “sem querer” em mim. Eu pensava somente uma coisa: “se ele encostar a perna na minha vai apanhar…”. Passei a viagem inteira tensa, me encolhendo o mais que podia para não encostar no tarado e nem deixar ele se encostar em mim.

Estou na TPM… e ele nem imaginava o risco que corria! Ahh e não satisfeito, pouco antes de eu descer, ele mudou de poltrona, foi lá para frente e ficava olhando a bunda de todas das mulheres que passavam. A que ponto chega uma pessoa …

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  • Mr. Leech

    Ah, eu me divirto com estas coisas. Eu saio gargalhando, não me constranjo nem um pouco. A única coisa que me tira do sério é quem ralenta passo na rua para ouvir conversa dos outros. Aí, quando eu estou com a minha esposa, digo para ela “hoje eu vou *$&#*(& você de tudo que é jeito, não adianta ficar com vergonha”. É tiro e queda. O curioso acelera o passo e se manda!

  • http://xsilverx.com Filipe Marques

    Vida de frescão não é mole não. O pior que eu já passei foi um gordo filho da mãe com mais de 200 quilos todo esparramado na cadeira e ainda roncando!

    Mas eu não tenho do que reclamar, eu não pegava no ponto final e era o último lugar sentado.

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