Para reflexão e… ação.
18 Feb
A diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade do país. Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que tem mais de 2000 anos e são pobres. Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há 150 anos eram inexpressivos, hoje são países desenvolvidos e ricos.
A diferença entre países pobres e ricos também não reside nos recursos naturais disponíveis. O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. O país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima do mundo todo e exportando produtos manufaturados.
Outro exemplo é a Suíça, que não planta cacau mas tem o melhor chocolate o mundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, fabrica laticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, o que o tranformou na caixa forte do mundo.
Executivos de países ricos que se relacionam com seus pares de países pobres mostram que não há diferença intelectual significativa. A raça ou a cor da pele também não são importantes: imigrantes rotulados de preguiçosos em seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos.
Qual é então a diferença? A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao longo dos anos pela educação e pela cultura.
Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida:
1. A ética, como princípio básico.
2. A integridade.
3. A responsabilidade.
4. O respeito às leis e regulamentos.
5. O respeito pelo direito dos demais cidadãos.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço pela poupança e pelo investimento.
8. O desejo de superação.
9. A pontualidade.
Nos países pobres apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária.
Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco. Somos pobres porque nos falta atitude. Nos falta vontade para cumprir e ensinar esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.
Somos assim, por querer levar vantagens sobre tudo e todos. Somos assim por ver algo errado e dizer “Deixa para lá”. Devemos ter atitudes e memória viva.. só assim mudaremos o Brasil de hoje.







Aqui realmente existem pessoas que cumprem todos os preceitos que devem ser seguidos por todos os cidadãos, mas são minoria.
Eu mesmo estou em falta com alguns do nove mencionados, principalmente a pontualidade.
Mas as coisas estão fugindo do controle e há uma grande dificuldade para se separar o público do privado, ou eles fazem questão de não separar mesmo. É um enorme minhocário, cada enxadada sai uma dezena delas.
O PDT já caiu na vala comum. Estava demorando.
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É querida, infelizmente é exatamente assim.
Beijos
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A palavra é educação.
E educar significa ensinar com exemplos.
E se começa em casa, sem falsos moralismos.
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Num país que professor é mau remunerado e ainda desrespeitado pelos próprios alunos…
Muita coisa tem que melhorar ainda, mas a única chance de deixarmos de ser um ‘país de desenvolvimento’ começa por aí
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Bom, países com formação escravocrata, paternalista e patriarcal (como o nosso) tendem a ter uma população menos participativa, cidadãos que não sabem lidar com sua própria cidadania. Vide a sua forma de colonização e a cultura de cada um. No Brasil, a escravidão deixou uma herança visível até hoje, por meio da pobreza que assola uma parcela considerável da população negra e parda. O paternalismo e o patriarcado deixaram aquilo que chamamos de “jeitinho brasileiro”, que derruba os princípios de vida que você citou. Esse “jeitinho” nada mais é que corrupção, exercida diariamente por nós quando furamos uma fila, tentamos dar um jeito prá ser atendidos mais rápido, quando tentamos convencer o guarda a não nos multar (qdo estamos errados)…uma cultura passiva, da “casa grande e da senzala” leva as pessoas a viverem pelo imediatismo e não realizarem projetos de vida, mas achar que é uma questão somente de boa vontade é ilusório, pois vivemos num país cuja estrutura econômica não engloba um grande número de pessoas – os desqualificados, os “loucos”, os moradores de rua, os analfabetos , etc – uma estrutura também responsável pela criação dessa categoria chamada de lupesinato. A educação para a liberdade é necessária, educação para a ética, para o exercício da real cidadania, mas há de vir acompanhada de mudanças maiores, nas estruturas sociais, que devem partir da própria população, e não de um bando de engravatados. Por isso q digo: se os políticos são corruptos, é pq espelham uma sociedade permissiva e corrupta tbém.
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