Nadar e morrer na praia

9 Jan

Nadar nesse mar de confusões, amores, carreira, família e tudo o mais que nos aparece quando menos esperamos…

Continuo nadando, respiro fundo e digo para mim mesma “Vá em frente, não desista, força, vamos lá…” mas sabe a sensação que tenho de verdade? Que eu nado, nado e morro na praia sem fôlego, cansada e com a única certeza de que tenho que voltar para aquela água fria e nem sempre calma para continuar nadando.

Parem de me jogar bóias de mentira, bóias temporárias, bóias que murcham ou que tem cordas curtas e nunca me alcançam… Pare de se agarrar a elas Daniela, de acreditar que isso é a solução. Resolver não sei se resolve mesmo, só serve para ganhar fôlego enqto espero as caimbras passarem para continuar nadando. E eu nem gosto de mar, água salgada.. argh!

Desapegar-se não é tão simples… mas é mto necessário.

O meu mal é acreditar demais nas pessoas. Ou em algumas delas…

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6 Responses to “Nadar e morrer na praia”

  1. Mr. Almost January 9, 2008 at 11:29 pm #

    Senhora Daniela Pedrinha:

    Sou o mordomo do pior homem do mundo, mas, ainda assim, sou uma pessoa muito credível.

    Sensível ao seu pulmonar testemunho, no futuro poderá nadar na maior descontracção, pois que, quer as águas sejam plácidas, sejam turbulentas, o Priorado do pior h do mundo garantirá a sua segurança.

    E olha: Se alguém não presta… joga fora.

    Tô quase nesse nível… jogar fora o que não presta.
    Tu falas assim mesmo Mr. Almost? Hehehe… é engraçado. Bjo

    [Reply]

  2. Lyn Monroe January 10, 2008 at 12:10 am #

    Dani, infelizmente sofro do mesmo mal, mas acho pior virar uma descrente q duvida de tudo e todos, meu lado Polyana acaba vencendo…rs
    vou nadar ao seu lado, ja q minhas braçadas parecem tbem nao estar nem me tirando do lugar..
    mas vamos ter fé q 2008 será O melhor dos anos!
    beijos!

    [Reply]

  3. Luiz Lailo January 10, 2008 at 4:14 am #

    To be, or not to be: that is the question:
    Whether ’tis nobler in the mind to suffer
    The slings and arrows of outrageous fortune,
    Or to take arms against a sea of troubles,
    And by opposing end them? To die: to sleep;
    No more; and by a sleep to say we end
    The heart-ache and the thousand natural shocks
    That flesh is heir to, ’tis a consummation
    Devoutly to be wish’d. To die, to sleep;
    To sleep: perchance to dream: ay, there’s the rub;

    Cada um com seus pobrema.

    O bom é que nada na vida dura pra sempre, inclusive os pobrema..hahaa!

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  4. Jana January 10, 2008 at 7:35 am #

    Como é que se comenta algo que vc mesma poderia ter escrito??

    Eu não sei, mas acho que no fundo a gente tem essas caibras todas, pq estamos sempre nadando contra a maré. Só que ainda prefiro morrer afogada em mar aberto, do que morrer na praia….

    Beijos

    [Reply]

  5. marcelo henriques January 10, 2008 at 9:45 am #

    Calma, calma, calma…mais cedo ou mais tarde, voce vai estar se afogando…ai aparece um daqueles salva vidas bonitões e TCHARANNNNNNNN…esta tudo resolvido

    (rsrs..deixei uma resposta pro seu coments la no meu blog)

    Sei… bonitão em alto mar pra me salvar? É miragem… igual no deserto…hahaha! Mas se for um loirão, surfista eu topo! :P

    [Reply]

  6. Nando Damázio January 10, 2008 at 8:12 pm #

    Desapegar-se não é mesmo fácil, eu que o diga ..
    Mas acredito no velho e bom ditado: o tempo é o melhor remédio !!

    Dani, gostei do seu blog e da maneira como escreve .. Acho que vai virar parada obrigatória, hehe !!

    Abração !!
    Nando

    [Reply]

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